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Press Release Vendas em fevereiro de 2013

Nos dois primeiros meses do ano

Mercado automóvel cai 60% face a 2008

O mercado de automóveis ligeiros português caiu 60,5% nos dois primeiros meses de 2013 face a igual período de 2008. Naquele ano venderam-se em Portugal 41 969 unidades, contra 16 991 no presente exercício. Este número diz bem do estado em que se encontra o mercado automóvel nacional, um cenário que não é disfarçado pelo crescimento (10,6%) do mercado de ligeiros em fevereiro de 2013, nem pela estagnação na análise do dois primeiros
meses do ano (-1,2%).
Aliás, na comparação dos dois primeiros meses de 2013 face ao ano passado, é consternante perceber que as maiores quebras estão nos veículos comerciais, de 28,1% nos ligeiros e de 9% nos pesados. Ou seja, é nos segmentos mais diretamente ligados à atividade económica que encontramos as maiores perdas.


Quota portuguesa das marcas “premium” acima da média europeia


Além disso, nos ligeiros de passageiros, volta-se a registar uma tendência de crescimento da quota de mercado das marcas “premium” Audi, BMW e Mercedes. A ARAN volta a sublinhar que nada tem conta essas marcas, que mais não fazem do que aproveitar as oportunidades que o mercado lhes oferece. No entanto, esta realidade reflete o que tem sido a política económica
e fiscal dos governos ao longo dos últimos anos, em que a compra de um bem necessário como o automóvel é, cada vez mais, acessível apenas aos estratos mais elevados da sociedade.
Essa realidade tem reflexos nas quotas de mercado das referidas marcas, que é superior em Portugal à média da União Europeia. Nos dois primeiros meses de 2013, a “fatia” do mercado português de BMW, Mercedes e Audi foi, respetivamente, de 8,26%, 7,44% e 6,9%. Segundo os dados da ACEA – Associação dos Construtores Europeus de Automóveis relativos a janeiro (os dados de fevereiro só serão revelados pela entidade no dia 19 de março), as quotas de mercado são de 5,2% (BMW), 5% (Mercedes) e 5,4% (Audi). Nem parece que Portugal é que é dos países em que os cidadãos têm dos menores poderes de compra da Europa.